arghhhhh. Estou farto de me balbuciar o teu nome repetidamente na minha cabeça, parece que me colaram um post-it nos óculos com o teu nome escritoarghhhhhhhhhh é como se fechasse os olhos e tivesse um screensaver com a tua cara a flutuar dum lado para o outro cmkfjngvbfuncidmcnfuvbytfuncdi. Entro em pânico apenas por escrever isto, imagina o pânico que tenho em dizê-lo.
sacrifico a minha alma aos deuses da apatía Eles cospem-na de volta e contemplam-me: Sabem que eu não lhes devo nada. -Tu não estás apático Dizem-me em palavras calmas com o zumbir estático, firme e calmo do Universo Eu pensava que esta minha letargia se apelidava apatía, sentia-me no direito de a partilhar com as entidades que são o Todo e o não-Todo. Mas descobri, por vía desta negação dos que Tudo-Nada são, que o poder de apatizar a alma não pertence ao domínio humano. A apatía rejeita o sentir e eu, enquanto alminha espantada, petulante e propulsionadora de movimento, deslizo em cristas de espuma salgada cristalina de sentimento, ondas do meu fulgor ridiculamente dramático. Logo, como Eles me disseram, não estou apático. Apático está o carvalho centenário que come das mesmas raízes o mesmo chão que comeu há incontáveis gerações de pessoazinhas atrás. Assim como o Siddartha incólume que, silente, proclama o ohmmm, eterno criador e destruidor de tudo o que conhecemos e é...
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